24 de abril de 2026

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STF julga em maio permanência de Rodrigo Manga e decisão pode redefinir comando em Sorocaba

STF julga em maio se Rodrigo Manga continua prefeito de Sorocaba. Caso envolve investigação sobre contratos públicos e pode mudar o comando da cidade e o cenário político.

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar, no início de maio, um processo que pode alterar novamente o comando da Prefeitura de Sorocaba. Os ministros da Segunda Turma irão decidir se o prefeito Rodrigo Manga seguirá à frente do Executivo ou se haverá novo afastamento.

A análise ocorre após uma decisão individual do ministro Kássio Nunes Marques, que havia autorizado o retorno do chefe do Executivo ao cargo. Agora, o entendimento será submetido ao colegiado, que pode manter ou modificar a medida.

O caso tem origem em uma investigação conduzida pela Polícia Federal, que apura possíveis irregularidades em contratos públicos, especialmente no setor da saúde. As apurações envolvem serviços prestados ao município e levantam suspeitas sobre a gestão de recursos.

No campo jurídico, o Ministério Público Federal sustenta acusações que incluem crimes contra a administração pública. A defesa, por outro lado, nega irregularidades e aponta ausência de provas que justifiquem medidas mais severas.

A decisão do STF ganha peso por seus efeitos diretos no cenário político local. Durante o período em que o prefeito esteve fora do cargo, o vice, Fernando Martins da Costa Neto, assumiu a administração e adotou uma linha distinta de gestão, o que evidenciou divergências internas.

Com a retomada do cargo, houve mudanças na estrutura administrativa e reorganização de equipes, sinalizando uma tentativa de retomar o controle político do governo municipal. Esse movimento ampliou o clima de instabilidade nos bastidores da Prefeitura.

Agora, a decisão da Corte deve definir não apenas a permanência do prefeito, mas também o rumo administrativo e político de Sorocaba. O julgamento é acompanhado de perto por lideranças locais, servidores e pela população, diante dos possíveis impactos na gestão pública da cidade.

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